- Homem morto em ataque a tiros em Luís Correia identificado como Antônio Leite de Araújo Filho, apelidado de 'Esqueleto'
- Antônio teria ligação com tráfico de drogas e facção criminosa, sendo suspeito de ser alvo do ataque
- Radialista Gilberto Veras foi atingido por disparos e morreu após ser socorrido ao hospital
- Crime ocorreu em local suspeito de funcionar como ponto de venda de drogas e já alvo de operações
- Suspeitos do crime já foram presos, mas estão soltos por falhas na legislação, segundo comandante da polícia
O homem também morto no ataque a tiros que vitimou o radialista Gilberto Veras foi identificado como Antônio Leite de Araújo Filho, mais conhecido como ‘Esqueleto', e seria o suposto alvo do crime. O caso ocorreu na quinta-feira (3), em Luís Correia, no litoral do Piauí.
Ao MeioNews, o major Galeno, comandante do 27º Batalhão de Polícia Militar, informou que ele já tinha antecedentes criminais. Segundo a autoridade, Antônio era envolvido com o tráfico de drogas.
Ele era o cara que fazia os corres da da boca lá todinha, é o cara que entregava, envolvido em vários crimes. Ela já um alvo potencial, afirmou.
A principal hipótese é de que ele seria o alvo dos suspeitos. “Se trabalha na hipótese do esqueleto ser o alvo, ser a vítima e infelizmente o Gilberto Radialista, o Gilberto Veras acabou morrendo por engano.”
Além do tráfico, ele também teria ligação com uma facção criminosa. Antônio foi atingido pelos disparos e morreu ainda no local.
O CRIME
Em entrevista ao programa Patrulha, o major Galeno explicou que quatro homens chegaram ao local em duas motocicletas e começaram a atirar contra a casa. O radialista Gilberto Veras também foi atingido por disparos de arma de fogo.
Segundo ele, Gilberto estava nas proximidades do imóvel no momento do ataque. O radialista chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Municipal Nossa Senhora da Conceição, mas não resistiu aos ferimentos.
O local onde ocorreu o crime já era conhecido pela Polícia Militar por suspeita de funcionar como ponto de comercialização de drogas e teria sido alvo de operações anteriores.
Os suspeitos do crime foram identificados, e a polícia realiza uma força-tarefa em busca de localizá-los e prendê-los. Ao MeioNews, o coronel Erisvaldo, comandante do Comando de Policiamento do Litoral Meio Norte (CPLMN), destacou que os suspeitos já foram presos outras vezes, mas estão soltos.
Na verdade, são acusados, temos provas bem eh robustas com relação à participação deles. Inclusive já foram presos várias vezes e por alguma inépcia da nossa lei, eles estão eh soltos. Mas acreditamos ainda na justiça do nosso país e continuaremos as buscas.