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Polícia cumpre novos mandados contra empresário suspeito de estelionato em Teresina

O homem está preso na Penitenciária de Altos, norte do Piauí, e os mandados foram cumpridos no local.

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  • A 1ª Delegacia Seccional de Teresina cumpriu mandados de prisão preventiva contra D.A.R.S., suspeito de estelionato.
  • O homem é proprietário de loja de venda de veículos na Avenida Barão de Gurgueia, zona sul da capital.
  • Ele vendeu veículos a terceiros sem repassar os valores aos clientes, gerando prejuízos estimados em R$ 8 milhões.
  • A Justiça bloqueou contas bancárias e sequestrou bens vinculados ao investigado para ressarcir as vítimas.
Viatura da Polícia Civil | Foto: Reprodução
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A 1ª Delegacia Seccional de Teresina, deu cumprimento, nesta segunda-feira (1º/6), a mais três mandados de prisão preventiva contra um homem de iniciais D.A.R.S., responsável por diversos crimes de estelionato em Teresina, sendo proprietário de loja de venda de veículos localizada na Avenida Barão de Gurgueia, na zona sul da capital.

O homem está preso na Penitenciária de Altos, norte do Piauí, e os mandados foram cumpridos no local. 

De acordo com o delegado Sérgio Alencar, seu modus operandi consistia em vender veículos dos clientes a terceiros e não repassar os valores das vendas aos clientes. 

São vários boletins de ocorrência e inquéritos denunciando a mesma prática, completou.

SOBRE O CASO

A Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), por meio da Polícia Civil (PC-PI), cumpriu, no dia 15 de maio, um mandado de prisão preventiva contra um empresário, de iniciais D.A.R.S., investigado por envolvimento em um esquema criminoso de apropriação indébita, estelionato e associação criminosa relacionado à venda irregular de veículos na capital, Teresina.

Durante a operação, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão no escritório e na residência do investigado. O objetivo das diligências é localizar documentos, registros financeiros e a lista de compradores dos veículos negociados no esquema.

De acordo com a investigação, coordenada pelo Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), o suspeito alugava veículos por meio de contratos firmados com empresas locadoras e, após deixar de cumprir os pagamentos, revendia os automóveis a terceiros, mesmo sem possuir a propriedade legal dos bens.

O inquérito aponta que o esquema envolveu cerca de 83 veículos, a maioria zero quilômetro, gerando prejuízo estimado em aproximadamente R$ 8 milhões. A Polícia Civil trabalha para localizar os automóveis ainda não recuperados e identificar todos os envolvidos na organização criminosa.

Além dos mandados, A Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e o sequestro de bens vinculados ao investigado e à empresa administrada por ele, como forma de assegurar o ressarcimento das vítimas e evitar a ocultação de patrimônio.

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