- O Piauí registrou 1.848 focos de incêndio em setembro de 2026, o menor número em dez anos.
- A redução de 13,9% em relação a 2025 reflete ações de prevenção e combate do Governo do Estado.
- Setembro é um dos meses de maior risco, com altas temperaturas e baixa umidade no estado.
- A Semarh conta com mais de 3,3 mil brigadistas e monitoramento contínuo dos focos de incêndio.
- Os números mostram a eficácia das ações, mas reforçam a necessidade de manter o trabalho durante o período crítico.
O Piauí registrou 1.848 focos de incêndio em setembro de 2026, o menor número para um mês de setembro em uma década. O resultado representa uma redução de 13,9% em relação a setembro de 2025, quando foram registrados 2.147 focos. Na prática, são 299 ocorrências a menos em apenas um ano.
O resultado chama atenção porque setembro está entre os meses de maior risco para incêndios no estado, marcado por altas temperaturas e baixa umidade do ar. A última vez que o Piauí havia registrado menos de 2 mil focos em setembro foi em 2016, quando foram contabilizados 1.344. A marca de 2026, portanto, é a menor dos últimos dez anos para o mês.
Para o secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Feliphe Araújo, os números refletem o fortalecimento das ações desenvolvidas pelo Governo do Estado. “Esse resultado mostra que o trabalho de prevenção, monitoramento e combate está fazendo a diferença. Estamos chegando mais cedo, monitorando os focos e fortalecendo as equipes nos municípios. É um trabalho que precisa ser permanente, porque o período crítico exige uma resposta cada vez mais rápida”, afirmou.
A Semarh vem ampliando a estrutura de prevenção e combate aos incêndios em todo o Piauí. Já são mais de 3,3 mil brigadistas capacitados e treinados, com atuação em exatos 206 municípios, além do monitoramento permanente dos focos e da articulação das ações de combate. A estratégia busca não apenas responder aos incêndios, mas também antecipar os riscos e reduzir a propagação do fogo.
A redução registrada em setembro ocorre em um cenário climático adverso e reforça a importância da preparação das equipes e do monitoramento contínuo. Para a Semarh, os números representam um resultado positivo das ações já realizadas, mas também indicam que o trabalho de prevenção e combate precisa continuar durante todo o período crítico.