- Piauí recebe nota B+ na Capag pelo terceiro ano consecutivo, reforçando sua saúde financeira.
- A classificação permite contratação de empréstimos com garantia da União e indica boa capacidade de pagamento.
- Secretário da Fazenda destaca equilíbrio fiscal como fator-chave para a manutenção da nota B+.
- Resultado reconhece esforços da equipe econômica em manter o equilíbrio das contas públicas.
- Classificação pode facilitar acesso a taxas de juros mais baixas em futuras operações de crédito.
Pelo terceiro ano consecutivo, o Piauí recebeu nota B+ na classificação do Tesouro Nacional sobre a Capacidade de Pagamento (Capag). A avaliação mede a situação fiscal de estados e municípios interessados em contratar novos empréstimos com garantia da União.
O Estado já havia alcançado a mesma classificação em 2024 e 2025, resultado que reforça o equilíbrio financeiro e a capacidade de pagamento do Piauí.
“Conquistamos esse resultado pelo terceiro ano consecutivo, o que significa que nossa situação fiscal é considerada boa, sobretudo em relação à capacidade de pagamento”, explica o secretário da Fazenda do Piauí, Emílio Júnior.
A nota B indica boa saúde financeira e permite a contratação de operações de crédito com garantia da União. O sinal “+” representa um adicional positivo na classificação.
Para o superintendente do Tesouro Estadual, James Sousa, o resultado reconhece o trabalho da equipe econômica do Estado para manter o equilíbrio das contas públicas.
“Confirma, mais uma vez, que o Piauí tem capacidade de pagamento, honra suas contas e pode realizar operações de crédito para continuar promovendo o desenvolvimento do Estado e a melhoria da qualidade de vida da população”, afirma o gestor.
Segundo o diretor da Unidade de Controle Contábil (Unicon) da Sefaz, Bruno Cardoso, a classificação também pode contribuir para a obtenção de taxas de juros mais baixas em futuras operações de crédito.
Como é calculada a Capag
A Capag considera três indicadores: endividamento, poupança corrente e índice de liquidez. A análise leva em conta o grau de solvência, a relação entre receitas e despesas correntes e a situação de caixa para avaliar a saúde fiscal do Estado ou município.