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Percentual de pessoas com rendimento cresce pelo oitavo ano consecutivo no Piauí

Em comparação com o primeiro ano da pesquisa, em 2012, houve um incremento de 7,7 pontos percentuais.

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  • Piauí registra 65% da população com algum tipo de rendimento em 2025.
  • Estado ocupa a 16ª colocação nacional e fica abaixo da média de 67,2%.
  • Rendimentos do trabalho representam 63,9% dos valores recebidos no Piauí em 2025.
  • Piauí tem o maior percentual de crescimento na população com rendimento desde 2018.
Cédula de dinheiro | Foto: Agência Brasil
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Desde 2018, o percentual de pessoas com algum tipo de rendimento segue em ritmo de crescimento no Piauí. É o que aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), com dados referentes ao ano de 2025, quando o estado alcançou 65% da população com algum rendimento, o maior percentual da série histórica.

Em comparação com o primeiro ano da pesquisa, em 2012, houve um incremento de 7,7 pontos percentuais.

Piauí fica abaixo da média nacional

Com o resultado registrado em 2025, o Piauí ocupa a 16ª colocação entre os estados brasileiros no percentual da população com algum rendimento, ficando abaixo da média nacional, que foi de 67,2%.

Os estados com os maiores percentuais de pessoas com rendimento foram Rio Grande do Sul (72,3%), Santa Catarina (70,5%) e Minas Gerais (70%). Já as menores proporções foram registradas no Acre (56,3%), Amazonas (57,4%) e Amapá (58,6%).

Trabalho segue como principal fonte de renda

Os rendimentos da população podem vir tanto do trabalho quanto de outras fontes, como aposentadoria, pensão, aluguéis, programas sociais do governo, doações, mesadas e outros tipos de receita.

Entre as pessoas que receberam algum tipo de rendimento no Piauí, os valores obtidos por meio do trabalho representaram a maior parcela do total recebido, alcançando 63,9% em 2025. Já os rendimentos provenientes de outras fontes corresponderam a 36,1% do total.

Na comparação com 2024, houve uma leve redução da participação dos rendimentos do trabalho, que era de 64,1%. Em contrapartida, aumentou a participação dos rendimentos vindos de outras fontes, que passaram de 35,9% para 36,1%.

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