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Mulher fica ferida após colisão entre carro e moto em Teresina; motorista fugiu

PRF investiga acidente na Avenida João XXIII, uma das vias mais movimentadas de Teresina; condutora foi socorrida pelo Samu

Mulher fica ferida após colisão entre carro e moto em Teresina; motorista fugiu | Foto: Eliaquim de Paula
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Uma motociclista ficou ferida após um carro colidir com a traseira de uma motocicleta na Avenida João XXII, Zona Leste de Teresina, o acidente foi por volta das 12h30, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) o motorista fugiu do local sem prestar socorro. A vítima foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) com lesões consideradas leves. Nem a vítima e nem o motoristas foram identificados.

Estado em que ficou a moto após a colisão - Foto: Eliaquim de Paula

Dinâmica

De acordo com  o inspetor da PRF, Hélio Cipriano, a motocicleta seguia pela via quando precisou reduzir a velocidade devido ao fluxo parado à frente. 

“Esse veículo, uma motocicleta vinha transitando à frente e teve que diminuir a velocidade por conta do fluxo que estava parado à frente. E um veículo, um carro branco colidiu na traseira da moto”, explicou o inspetor.

A condutora foi atendida ainda no local. “A proprietária condutora foi socorrida prontamente. Até agora a gente só sabe que ela teve lesão de natureza leve. Foi socorrida prontamente pelo SAMU”, acrescentou.

Fuga

O motorista do carro branco não aguardou a chegada da PRF e deixou o local do acidente.

 “O outro veículo não aguardou a presença da PRF, se evadiu, portanto”, disse Hélio Cipriano.

Até o momento, não há informações sobre a identidade do condutor ou a placa do veículo envolvido. 

“Não se tem conhecimento do outro condutor, tão pouco placa do outro veículo. Só se sabe que é um veículo branco”, destacou.

Inspetor da PRF, Hélio Cipriano - Foto: Eliaquim de Paula

Investigação

A PRF informou que o trecho conta com sistema de monitoramento, o que pode auxiliar na identificação do automóvel e do responsável pela colisão.

“Mas aqui tem sistema de monitoramento que a gente tem como identificar com a colaboração das outras polícias e também do que nós dispomos de equipamentos. Tem como a gente identificar efetivamente os veículos e as partes envolvidas”, concluiu o inspetor.

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