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Maria Alice Medina divide sua experiência com peregrinação no Notícias da Boa; assista!

A peregrinação a Santiago de Compostela transformou a vida de Maria Alice, levando a empresária a buscar propósitos além da zona de conforto.

Maria Alice Medina no programa Notícias da Boa | Foto: Reprodução
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Maria Alice Medina, autora e empreendedora, está em Teresina para participar da 28ª Convenção Lojista do Piauí, que acontece hoje na capital. Nesta sexta-feira (23), ela concedeu uma entrevista à jornalista Cinthia Lages, no programa "Notícias da Boa", para falar do evento e compartilhar suas experiências com a peregrinação. Assista à entrevista abaixo.

SAINDO DA ZONA DE CONFORTO

Reconhecida como a "mãe" do maior festival de música do mundo e autora do livro "Do Rock a Compostela: Às Vezes Se Ganha, Às Vezes Se Aprende" (2018), Maria Alice contou o que aprendeu em duas décadas de imersão nos místicos caminhos de Santiago de Compostela. 

Durante a entrevista, ela refletiu sobre sua trajetória pessoal, que envolveu buscas individuais e a decisão de fazer do bem ao próximo seu propósito de vida, saindo da zona de conforto. A caminhada e a peregrinação a Santiago de Compostela transformaram sua vida e hoje tudo se divide entre antes e depois dessa experiência.

UMA VIAGEM INTERIOR

"Levei dez anos para conseguir fazer o caminho pela primeira vez, devido a uma situação familiar que não permitia. São 30 dias a pé, o que é bastante desafiador. Decidi realizar a peregrinação após ler obras de Paulo Coelho e Cristina, amigos de vida. Descobri com Paulo um lugar no mundo onde você pode estar livremente, sem nenhum objetivo específico, apenas um momento de liberdade muito forte. O caminho me trouxe tudo o que ele tinha para oferecer, o bom e o ruim, pois ele nos leva a abrir gavetas internas, a nos confrontar com nossas questões, além do esforço físico que, em certos momentos, nos faz questionar: 'o que estou fazendo aqui?'", relatou.

Apesar de não se considerar uma pessoa religiosa, Maria Alice é espírita. Ela já completou a caminhada a pé até Compostela 14 vezes, incluindo três vezes partindo da França. "Eu faço isso porque estar no caminho é uma entrega absoluta à liberdade, onde deixamos para trás as máscaras que precisamos usar na selva urbana. Não há adornos, brincos, anéis, secadores de cabelo, rímel, nada disso", comentou.

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