A hipopótamo-fêmea do Bioparque Zoobotânico de Teresina, conhecida como Potinha, morreu na última sexta-feira (24). A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação do espaço, que informou que o animal vivia no local desde os anos 2000, após ser transferido de um zoológico de Recife, em Pernambuco. De acordo com a equipe técnica do bioparque, Potinha tinha cerca de 26 anos. Apesar de ainda não ser considerada uma idade extrema para a espécie, o animal já estava em uma fase avançada da vida. Em média, hipopótamos vivem entre 40 e 50 anos, podendo alcançar até 60 anos quando mantidos em cativeiro. A morte da fêmea gerou comoção entre frequentadores e funcionários, já que ela era um dos animais mais conhecidos do espaço e fazia parte da rotina de visitação há mais de duas décadas. Após a confirmação do óbito, o Bioparque Zoobotânico iniciou o protocolo padrão adotado para esses casos. O corpo do animal foi encaminhado para necropsia, procedimento técnico que busca identificar a causa da morte e levantar informações clínicas importantes. Segundo a administração do local, a análise está sendo conduzida pela equipe responsável, seguindo as diretrizes internas aplicadas sempre que ocorre a morte de um animal sob os cuidados da instituição. Somente após a conclusão da necropsia será possível definir a destinação do corpo, além da divulgação oficial sobre a causa da morte e demais procedimentos adotados pela equipe técnica.Necropsia vai apontar causa da morte
Hipopótamo-fêmea do Bioparque Zoobotânico de Teresina morre aos 26 anos
Animal vivia no local há mais de duas décadas e passará por necropsia para identificar a causa oficial da morte
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