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Familiares se despedem de mulher morta após ser incendiada em Teresina

Ângela Maria Santos foi sepultada na tarde desta terça-feira (12), no Cemitério Santa Mônica, na zona Leste da capital

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  • Familiares e amigos acompanharam o sepultamento de Ângela Maria Santos no Cemitério Santa Mônica, em Teresina.
  • Ângela morreu após ter o corpo incendiado durante um ataque na última sexta-feira (8), no bairro Planalto Uruguai.
  • O principal suspeito é José Antônio dos Santos Filho, ex-companheiro de Ângela e pai da outra vítima.
  • Ele foi preso após fugir do local do crime e o veículo utilizado foi identificado pelo SPIA.
Ângela Maria Santos morreu na segunda-feira (11) após ter corpo incendiado | Fotos: Reprodução / Meio Norte // Arquivo pessoal
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Familiares e amigos acompanharam, na tarde desta terça-feira (12), o sepultamento de Ângela Maria Santos no Cemitério Santa Mônica, localizado no bairro Pedra Mole, zona Leste de Teresina.

Ângela morreu na manhã de segunda-feira (11), no Hospital de Urgência de Teresina (HUT), após ter o corpo incendiado durante um ataque ocorrido na última sexta-feira (8), no bairro Planalto Uruguai. A mãe dela também foi atingida pelas chamas e socorrida para a unidade hospitalar.

entenda o caso

Segundo a Polícia Militar, o principal suspeito do crime é o ex-companheiro da vítima, identificado como José Antônio dos Santos Filho.

De acordo com as investigações, ele teria ido até a residência da ex-companheira e da ex-sogra, jogado gasolina nas duas mulheres e ateado fogo. As vítimas foram socorridas e encaminhadas ao Hospital de Urgência de Teresina, mas Ângela não resistiu aos ferimentos.

Após o ataque, o suspeito fugiu, mas foi localizado e preso por equipes do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTRAN), no bairro Lourival Parente, zona Sul da capital.

O veículo utilizado por ele foi identificado pelo Sistema de Policiamento por Inteligência Artificial (SPIA), da Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), por meio de câmeras inteligentes instaladas na cidade.

Caso é investigado pelo DHPP

Segundo relatos de vizinhos, José Antônio dos Santos Filho havia deixado o sistema prisional há cerca de 10 dias e já possuía histórico de conflitos com uma das vítimas. Contra ele, também existia uma medida protetiva.

O caso segue sob investigação do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

No dia do crime, o irmão de Ângela relatou à imprensa que o relacionamento entre a vítima e o suspeito durou cerca de sete anos e era marcado por ameaças.

“Ele não entende. Sempre ameaçando todo mundo. Ameaçando ela”, afirmou.

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