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Ex-empregada é indiciada por ameaçar expor relação com patrão e extorquir mais de R$ 20 mil no PI

Ex-empregada ameaçava divulgar relacionamento e exigia pagamentos via PIX

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  • Homem empresário de Uruçuí é acusado de extorsão por ex-empregada que exigia pagamentos para não divulgar relacionamento.
  • Investigação aponta que suspeita ameaçava divulgar informações íntimas via redes sociais e mensagens.
  • Valores transferidos via PIX ultrapassaram R$ 20 mil, sendo usados para custear jogos de azar, segundo delegado.
  • Polícia Civil concluiu inquérito com comprovantes, mensagens e declarações da investigada que confessou crime.
  • Relação extraconjugal terminada em 2023, com ameaças intensificadas em julho de 2026, segundo delegado.
Viatura da Polícia Civil | Foto: Meio Norte
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Uma mulher foi indiciada por extorsão contra um homem em Uruçuí, no Sul do Piauí. Segundo as investigações, a suspeita era ex-empregada da vítima e teria ameaçado divulgar informações íntimas de um relacionamento mantido entre os dois para a esposa do homem e outras pessoas, com o objetivo de exigir pagamentos. Os valores repassados por meio de PIX ultrapassariam R$ 20 mil.

INVESTIGAÇÕES

A 1ª Delegacia de Polícia Civil de Uruçuí concluiu o inquérito policial instaurado para apurar o caso. Conforme a investigação, os dois teriam se relacionado em 2023. Após o fim da relação, ela teria passado a exigir os pagamentos. Em entrevista à Rede Meio Norte, o delegado destacou que a vítima é um empresário da cidade.

A polícia civil concluiu o inquérito de extorsão em que uma investigada, uma mulher, em uma relacionamento extraconjugal com um empresário da cidade, estaria ameaçando e exigindo dinheiro para não divulgar a relação nas redes sociais.

Os valores eram repassados via PIX. Em julho de 2026, o homem se recusou a continuar realizando os pagamentos, e as ameaças teriam se intensificado. A mulher passou a encaminhar mensagens à esposa da vítima, por meio de múltiplos terminais telefônicos, além de ameaçar criar perfis falsos em redes sociais e divulgar conteúdos de natureza íntima.

A apuração reuniu diversos elementos que, segundo a Polícia Civil, comprovariam o crime, entre eles:

  • Comprovantes de transferências bancárias;

  • Registros de mensagens;

  • Documentação relacionada às comunicações realizadas;

  • Declaração formal da investigada, que reconheceu as cobranças e afirmou que os valores eram utilizados, entre outras finalidades, para custear compulsão relacionada a jogos de azar.

A polícia divulgou apenas as iniciais da suspeita: E. S. M.

A vítima me procurou a delegacia, a delegacia interrogou, juntou provas e no interrogatório a mesma confessou o crime. Relatou que todo o dinheiro que ela pegou da vítima, foi usado para subsidiar o seu vício em jogos de azar, disse o delegado. 

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