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Empresário suspeito de vender materiais de construção e não entregar volta a ser preso

Laucídes José havia sido posto em liberdade devido ao período eleitoral, mas foi colocado em liberdade

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  • Empresário Laucídes José da Silva foi preso novamente por suspeita de golpes com venda de materiais de construção.
  • Ele havia sido detido em setembro, mas foi solto por causa do período eleitoral e agora foi recapturado.
  • Delegada Amanda Bezerra informou que o suspeito tem 11 inquéritos em aberto por prática reiterada de estelionato.
  • Empresário recebeu valores de clientes, mas não entregava mercadorias e apresentava desculpas para evitar a entrega.
  • Ele permanece à disposição das autoridades para responder pelos crimes de estelionato.
Empresário volta a ser preso em Teresina | Foto: Divulgação
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O empresário Laucídes José de Freitas da Silva voltou a ser preso nesta quinta-feira (29) suspeito de aplicar golpes ao vender materiais de construção e não entregar a mercadoria a clientes. Ele havia sido detido em setembro, mas devido ao período eleitoral foi posto em liberdade.

Na época da primeira prisão, a delegada Amanda Bezerra afirmou a Rede Meio Norte que o empresário tinha cerca de 11 inquéritos policiais em aberto pelo mesmo crime. Ao ser preso na manhã desta quinta-feira, havia dois mandados de prisão para serem cumpridos. 

Ainda de acordo com a delegada, o suspeito, sob o pretexto de vender materiais de construção, como telhas e treliças, recebia os valores das vítimas, mas não realizava a entrega das mercadorias. Quando era cobrado, ele apresentava sucessivas desculpas para não entregar os produtos adquiridos.

“Fato é que essa conduta dele foi reiterada. Ele praticou diversos fatos como esse. Foi investigado aqui pela unidade, tem em torno de 11 inquéritos em aberto em razão da prática do mesmo fato. Foi representado ao Poder Judiciário pela prisão preventiva, que foi cumprida na data de ontem em razão dessa reiteração criminosa pelo crime de estelionato”, disse a delegada.

O empresário permanece à disposição das autoridades competentes para responder pelos crimes. 

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