A sensação de frio na barriga e do corpo gelado por alguns segundos foi como Saymon Lima descreveu o salto da ponte. Segundo ele, a primeira vez que praticou a modalidade foi algo único, motivado pelo prazer de desafiar o medo e o risco.
O salto é na modalidade rope jump é um esporte radical de aventura em que o praticante salta de um local alto preso por uma cadeirinha (boldrier) a cordas estáticas ou semiestáticas, transformando a queda livre em um movimento pendular suave. Em Teresina, ele ocorre geralmente nas pontes que ficam sobre o Rio Poti.
A modalidade pode ser realizada em três opções de salto: pular sozinho, ser jogado ou ser segurado e solto. Saymon escolheu ser segurado e solto, inclinando o corpo de olhos fechados.
“No primeiro no primeiro momento, você meio que você sai do seu corpo, porque o corpo tá em queda livre. E você, inicialmente, você percebe que a corda não está em você, eh, você sente você não consegue sentir o seu corpo, você só percebe que está caindo. Dá aquela sensação de frio na barriga, o seu corpo fica gelado, só que a partir do momento que chega lá no limite, que a corda ali puxa, aí é a situação é outra, aí sim, aí vem toda aquela euforia”, pontuou.
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