Apesar de ter sido excluído na comissão de disciplina da Polícia Militar, Avelar dos Reis Mota, conhecido popularmente como sargento Mota, segue nos quadros da corporação.
Ele foi retirado de todas as funções e deve permanecer cumprindo apenas atividades internas até a tramitação do último recurso disponível, que será encaminhado ao governador Rafael Fonteles, na tentativa de reverter a decisão de expulsão. O prazo para protocolar o pedido é de 10 dias. Ainda não há previsão para a conclusão do caso.
Em contato com a nossa equipe de reportagem, na última terça-feira (24), quando o caso veio à tona, o sargento Mota disse que estava tranquilo com a decisão e que seguia realizando suas atividades normalmente, pois ainda não havia sido notificado oficialmente.
Já a defesa do sargento informou que vai apresentar, na próxima segunda-feira (2), um novo recurso ao comandante-geral da PM, coronel Scheivan Lopes, antes de recorrer ao governador.
A defesa alega que há contra o sargento Mota uma perseguição pessoal e que outros policiais que respondem a processos, como os de violência doméstica, não tiveram a mesma celeridade no andamento dos casos e seguem ocupando cargos dentro da PM, sem terem sofrido qualquer tipo de punição.