- Homem identificado como L.J.F.S., de 39 anos, foi preso nesta terça-feira em cumprimento a mandado de prisão preventiva expedido pelo TJ-PI.
- Ele é investigado por suspeitas de negociações fraudulentas envolvendo a compra e revenda de veículos, segundo informações de uma testemunha.
- Relato de testemunha descreve esquema de fraude em que L.J.F.S. combinava pagamento com proprietários e revendia os carros para terceiros.
- Após prisão, investigado foi encaminhado para os procedimentos legais e ficará à disposição da 2ª Vara Criminal de Teresina.
- Prisão preventiva é medida cautelar e não configura condenação definitiva, segundo decisão judicial.
Um homem identificado pelas iniciais L.J.F.S., de 39 anos, foi preso nesta terça-feira (29) em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pelo Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI). Ele é investigado por suspeitas relacionadas a negociações fraudulentas envolvendo veículos.
Na decisão, a Justiça aponta a existência de materialidade dos fatos e indícios de autoria e decreta a prisão preventiva de L.J.F.S. O mandado determina que o investigado seja preso e recolhido a uma unidade prisional, onde deverá permanecer à disposição do juízo responsável pelo caso.
Após o cumprimento da ordem, a autoridade policial deve comunicar a prisão à Justiça para a realização dos procedimentos previstos em lei.
Testemunha relata golpes com veículos
Um dos relatos reunidos no caso descreve um suposto esquema envolvendo a compra e a revenda de carros. Segundo uma testemunha, L.J.F.S. faria acordos com proprietários de veículos, combinaria o pagamento e, depois de ficar com o carro, o revendia para outra pessoa.
“Ele fazia um acordo com a pessoa, comprava um carro e dizia: ‘Vou lhe dar aqui tanto’, aí sumia com o carro e já vendia o carro para outro.”
Ainda segundo a testemunha, haveria outros casos semelhantes envolvendo o investigado.
“Tem vários processos por toda Teresina. Todo tipo de negociação fraudulenta ele faz assim.”
Investigado fica à disposição da Justiça
Com o cumprimento do mandado, L.J.F.S. foi encaminhado para os procedimentos legais e ficará à disposição da 2ª Vara Criminal de Teresina.
A prisão preventiva é uma medida cautelar e não representa, por si só, uma condenação definitiva.