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Estudante de Direito, jogador e outras três pessoas são presas em casa usada para tráfico de drogas em Teresina

Eles foram capturados em uma casa que já foi investigada em ações anteriores relacionadas ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro.

Operação policial prende 5 integrantes de facção criminosa em Teresina, no Dagmar Mazza | Reprodução | TV Meio

Três homens e duas mulheres foram presos na manhã desta quarta-feira (7) durante uma ação policial em uma residência no bairro Dagmar Mazza, na zona Sul de Teresina. Entre os detidos estão a acadêmica de Direito Joyce karla Lima, o jogador de futebol Caio Pablo, uma empresária e outros dois homens.

A casa onde ocorreram as prisões pertence a P.A., conhecido como “Pompom”, que atualmente está preso no sistema penitenciário. O endereço já foi investigado em ações anteriores ligadas ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro.

Durante a ação, os policiais encontraram drogas dentro de uma mala no quarto de um casal. A quantidade de entorpecentes apreendida ainda não foi divulgada.

Drogas apreendidas no imóvel onde estavam os presos | Foto: Polícia Civil

INTEGRANTES DE FACÇÃO

A Secretaria de Segurança Pública do Piauí informou que todos os presos são integrantes de uma facção criminosa. As prisões ocorreram durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão realizado pela Polícia Civil e pela Polícia Militar, no âmbito do Pacto pela Ordem. Um dos suspeitos usava tornozeleira eletrônica no momento da abordagem.

Presos durante operação em Teresina | Foto: Polícia Civil

Entre as operações realizadas no local estão a Operação Restituere, da Polícia Federal, em agosto de 2022; a Operação S.O.S, do DRACO, em agosto de 2023; e a Operação Denarc 64, em novembro de 2024. A SSP informou ainda que o proprietário do imóvel é apontado como uma das principais lideranças de uma organização criminosa na região do Dagmar Mazza, investigado por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e coordenação de atividades ilegais.

A operação foi coordenada pelo Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO) e teve apoio do Núcleo de Operações com Cães da FEISP, da Diretoria de Inteligência da SSP e da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil.


*** As opiniões aqui contidas não expressam a opinião no Grupo Meio.
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