A virada para 2026 no Piauí será marcada por calor intenso em praticamente todo o estado, segundo boletim meteorológico divulgado nesta terça-feira (30). A previsão indica céu parcialmente nublado e altas temperaturas no réveillon, principalmente em Teresina e regiões do Norte e Cocais. A chuva deve retornar com mais força após o dia 1º de janeiro, com possibilidade de pancadas acompanhadas de ventos e descargas elétricas.
Calor domina a noite da virada
Apesar das chuvas registradas nos últimos dias em algumas regiões, o clima quente volta a predominar neste fim de dezembro. Para o dia 31 de dezembro, véspera do Ano Novo, o boletim aponta máximas de até 37°C no Norte e Centro-Norte, e 35°C em Teresina, com aumento de nebulosidade ao final do dia. No Sudoeste e Sudeste, a máxima varia entre 34°C e 35°C.
A previsão reforça que o período ainda está sob influência do B-R-O-Bró, fase do ano conhecida pelas altas temperaturas e baixa umidade.
Chuva deve voltar nos primeiros dias de 2026
No dia 1º de janeiro, a chance de chuva aumenta. A previsão indica possibilidade de precipitações isoladas em grande parte do estado, com maior intensidade em municípios do Sul, como Bom Jesus, Uruçuí, Redenção do Gurguéia, Corrente e Alvorada do Gurguéia, onde podem ocorrer tempestades com trovoadas e rajadas de vento.
Em Teresina, o dia começa com céu nublado e chuva isolada na madrugada, com máxima prevista de 35°C.
Situação nas mesorregiões
Norte e Centro-Norte (31/12):
Céu parcialmente nublado a nublado com chance de chuvas isoladas. Máxima de 37°C.
Teresina (31/12):
Parcialmente nublado, aumento de nuvens ao fim do dia. Máxima de 35°C.
Sudoeste e Sudeste (31/12):
Chuvas isoladas e possibilidade de trovoadas em áreas que fazem divisa com o Maranhão. Máximas entre 34°C e 35°C.
Defesa Civil alerta para atenção
Com o retorno das chuvas após o réveillon, a Defesa Civil orienta a população a manter atenção redobrada devido ao potencial de tempestades e raios nos primeiros dias de 2026, especialmente no Sul do estado, onde a probabilidade de volume maior de chuva é maior.
A tendência, segundo o boletim técnico, é que as precipitações se tornem mais frequentes entre 30 de dezembro e 6 de janeiro, influenciadas pelo transporte de umidade amazônica e instabilidades atmosféricas.