- Auxiliares educacionais de Teresina realizam paralisação nesta terça-feira (27) em greve convocada pelo SINDSERM-THE.
- Mobilização inclui assembleia setorial marcada para as 8h30 no Teatro de Arena, próximo à Praça da Bandeira.
- Categoria reivindica enquadramento na carreira do magistério e definição das atribuições do cargo.
- Trabalhadores pedem cumprimento da jornada de seis horas corridas e combate ao assédio moral.
- Paralisação busca valorização profissional e melhores condições de trabalho na rede municipal de ensino.
Auxiliares educacionais da rede municipal de ensino de Teresina realizam uma paralisação nesta terça-feira (27). A mobilização é convocada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Teresina (SINDSERM-THE) e inclui uma assembleia setorial marcada para as 8h30, no Teatro de Arena, próximo à Praça da Bandeira, no Centro da capital.
Entre as principais reivindicações da categoria estão o enquadramento na carreira do magistério, o cumprimento da jornada de seis horas corridas e a definição das atribuições dos profissionais que atuam nas unidades de ensino do município.
Foto: Divulgação Ascom
Categoria reivindica enquadramento no magistériO
Uma das principais pautas da mobilização é o enquadramento dos auxiliares educacionais na Lei nº 15.326/2026, que estabelece critérios para o reconhecimento de profissionais da Educação Infantil como integrantes da carreira do magistério.
Segundo o sindicato, os trabalhadores também reivindicam a delimitação das atribuições do cargo. A entidade afirma que os profissionais desempenham atividades como regência, planejamento pedagógico e avaliação da aprendizagem, além de outras funções consideradas próprias da docência.
Jornada de trabalho e combate ao assédio
Outra reivindicação é o cumprimento da jornada de seis horas corridas para todos os profissionais da categoria. De acordo com o SINDSERM-THE, os auxiliares que trabalham em unidades de ensino de tempo integral já cumprem essa jornada, enquanto aqueles lotados em unidades de tempo parcial podem ter o expediente dividido entre manhã e tarde. O combate ao assédio moral e a melhoria das condições de trabalho também fazem parte da pauta de reivindicações.
O sindicato afirma que a paralisação busca fortalecer a mobilização por valorização profissional, reconhecimento dos direitos da categoria e melhores condições de trabalho na rede municipal de ensino.