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Vendas de veículos disparam no Brasil chegando a 270 mil unidades em março

Na comparação mensal, o aumento foi de 45,6%, enquanto, frente a março de 2025, a alta chegou a 37,9%. O desempenho colocou o período como o segundo melhor mês de março da série histórica do setor

Com os números, esse é o segundo melhor mês de março da série histórica do setor | Foto: Reprodução
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As vendas de veículos novos no Brasil registraram forte crescimento em março e se aproximaram da marca de 270 mil unidades emplacadas no mês. Segundo a Fenabrave, foram cerca de 269,5 mil licenciamentos, um avanço significativo em relação a fevereiro e também ao mesmo período do ano passado.

Na comparação mensal, o aumento foi de 45,6%, enquanto, frente a março de 2025, a alta chegou a 37,9%. O desempenho colocou o período como o segundo melhor mês de março da série histórica do setor.

De acordo com o presidente da entidade, Arcelio Junior, o resultado foi impulsionado por uma combinação de fatores, como promoções intensas, maior concorrência entre montadoras e programas de incentivo do governo federal, como o “Carro Sustentável”.

Apesar do cenário positivo, a Fenabrave mantém cautela nas projeções para 2026, citando incertezas econômicas. A expectativa é de crescimento moderado nas vendas ao longo do ano.

Desempenho no trimestre

No acumulado do primeiro trimestre, o setor também apresentou avanço relevante. Foram 625,1 mil veículos vendidos, número 13,3% maior que o registrado no mesmo período de 2025 — o que representa o terceiro melhor resultado da história para os três primeiros meses do ano.

Considerando apenas carros de passeio e comerciais leves, março somou 258,2 mil unidades, com crescimento expressivo na comparação anual. Já o segmento de caminhões apresentou leve retração em relação ao ano passado, embora mantenha volume relevante no acumulado.

A entidade também destacou que os recursos do programa de incentivo à renovação de frota de caminhões, conhecido como Move Brasil, já foram totalmente utilizados, e há articulação para uma possível continuidade da iniciativa.

Mesmo com o ritmo acelerado de vendas, o setor segue atento ao comportamento da economia e ao nível de competitividade do mercado, que tem se intensificado com a entrada de novas marcas, especialmente asiáticas.

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