- Ministério da Saúde reforça envio de vacinas contra mpox para Rio de Janeiro após aumento de casos.
- Brasil registra 665 casos da doença em 2026, número bem menor do que o registrado em 2022.
- Vacinação é direcionada a grupos específicos, como profissionais de laboratório e pessoas com HIV.
- Doença apresenta sintomas leves, mas requer vigilância para evitar disseminação do vírus.
O Ministério da Saúde reforçou o envio de vacinas contra a mpox para o Rio de Janeiro após o estado registrar 74 casos da doença entre setembro e outubro. Apesar do aumento das notificações, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o Brasil não enfrenta um surto semelhante ao registrado em 2022.
Segundo Padilha, o reforço no volume de doses destinado ao Rio tem como objetivo ajudar a controlar os casos atuais. Em todo o país, foram registrados 665 casos da doença neste ano, número bem abaixo do cenário de 2022, quando quase 11 mil pessoas foram infectadas.
O ministro destacou que a situação epidemiológica atual é diferente daquela observada há quatro anos.
Vacinação é indicada para públicos específicos
Embora exista vacina contra a mpox, a imunização não faz parte da rotina do Programa Nacional de Imunizações (PNI).
As doses são recomendadas para grupos específicos, como profissionais de laboratório que trabalham diretamente com o vírus, pessoas vivendo com HIV que apresentam imunossupressão e indivíduos que tiveram contato direto de médio ou alto risco com casos suspeitos ou confirmados.
Conheça os sintomas da mpox
A mpox é uma doença viral que voltou a chamar a atenção das autoridades de saúde em 2026. Embora a maioria dos casos registrados neste ano apresente evolução leve, reconhecer os sintomas e conhecer as formas de transmissão é importante para reduzir o risco de disseminação do vírus.
A infecção geralmente começa com sintomas semelhantes aos de outras doenças virais, como febre, dor de cabeça e dores musculares. Posteriormente, podem surgir lesões na pele, que são características da doença.