- Leilão de itens da mansão mais cara do Brasil ocorre nesta segunda-feira (14) no Leblon, Rio de Janeiro.
- Imóvel avaliado em R$ 220 milhões será demolido para construção de condomínio fechado com dez casas.
- Leilão inclui mais de 50 portas e janelas, além de postes, gradis e outros elementos da propriedade.
- Mansão, construída em 1986 pela família Amaral, possui 4 mil metros quadrados e 15 vagas de garagem.
- Acervo inclui piso de tábua corrida, equipamentos de refrigeração e itens de uso diário da residência.
A última rodada de lances para arrematar peças e acabamentos da mansão que ficou conhecida como a casa mais cara do Brasil acontece nesta segunda-feira (14). Avaliado em R$ 220 milhões, o imóvel fica no Jardim Pernambuco, no Leblon, no Rio de Janeiro, e será demolido para dar lugar ao Estância Pernambuco, condomínio fechado com dez residências de alto padrão.
Mais de 50 portas e janelas serão leiloadas
Antes da demolição, serão leiloados mais de 50 janelas e portas, além de postes de ferro fundido, gradis, corrimãos, luminárias e outros elementos da propriedade. Entre os itens estão a porta principal de madeira de lei, portas palacianas de quatro folhas com cristal bisotado, a porta da sala de música e o corrimão da escadaria principal, feito de ferro pintado de preto com detalhes em latão dourado.
O leiloeiro responsável pelo pregão, Ernani, destacou ainda o piso de tábua corrida da propriedade. São cerca de mil metros quadrados de peroba-rosa, madeira considerada nobre. O acervo também reúne equipamentos e itens utilizados no dia a dia da mansão, como sistema de refrigeração e elétrico, vasos sanitários e bidês.
Mansão foi construída em 1986
Construída em 1986 pela família Amaral, ex-proprietária da rede de supermercados Disco, a casa tem arquitetura em estilo inglês. A propriedade possui seis suítes, 18 banheiros e 15 vagas de garagem, além de salas de estar e jantar, estúdio de música, sala de reuniões, biblioteca, sauna, churrasqueira, piscina semiolímpica e uma casa de bonecas.
Com 4 mil metros quadrados, o imóvel também tinha um anexo destinado a acomodar 40 empregados, responsáveis pela manutenção da propriedade.
Com informações da Coluna do Ancelmo Gois/O Globo)