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Venezuela ultrapassa 6 mil mortes após fortes terremotos; buscas continuam

Tremores registrados em junho foram os mais intensos no país em mais de um século e deixaram milhares de pessoas desabrigadas

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  • Presidente da Assembleia Nacional da Venezuela divulga novo balanço com 6.438 mortos em terremotos.
  • Terremotos de 7,2 e 7,5 na Venezuela completam dois meses e continuam mobilizando equipes de resgate.
  • Número de sobreviventes resgatados permanece inalterado desde 2 de julho, com 6.462 pessoas salvas.
  • Mais de 86 mil pessoas receberam atendimento médico após os abalos sísmicos que atingiram a Venezuela.
  • Terremotos causaram danos urbanos, comprometeram infraestrutura e deixaram milhares em situação de vulnerabilidade.
Terremotos registrados em junho foram os mais fortes na Venezuela em mais de um século | Foto: Reprodução/ Diko Betancourt/Anadolu via Getty Images
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O número de mortes provocadas pelos terremotos que atingiram a Venezuela subiu para 6.438, segundo o novo balanço divulgado na segunda-feira (17) pelo presidente da Assembleia Nacional do país, Jorge Rodríguez.

Os tremores completam dois meses na próxima semana e continuam mobilizando equipes de resgate e assistência humanitária em diferentes regiões do país.

De acordo com os dados apresentados pelas autoridades, o número de sobreviventes retirados dos escombros permanece inalterado desde 2 de julho, quando o governo informou que 6.462 pessoas haviam sido resgatadas com vida.

Equipes de resgate continuam as buscas por milhares de desaparecidos na Venezuela (Foto: Reprodução/ Edilzon Gamez/Getty Images)


Mais de 86 mil pessoas precisaram de atendimento médico

Até o momento, mais de 86 mil pessoas receberam atendimento em unidades hospitalares em consequência dos abalos sísmicos.

Os terremotos ocorreram em 24 de junho e atingiram magnitudes de 7,2 e 7,5, sendo considerados os mais fortes registrados na Venezuela desde 1900.

Além do elevado número de vítimas, os tremores provocaram danos em áreas urbanas, comprometeram a infraestrutura e deixaram milhares de famílias em situação de vulnerabilidade.

As autoridades seguem monitorando os impactos da tragédia e mantendo as operações de assistência às vítimas.

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