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Lula e Trump aparecem juntos em foto oficial do G7 em meio a conflito por tarifas

Brasil participa como convidado da cúpula que reúne as sete potências globias; tensão com os EUA cresce

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  • Lula e Trump apareceram juntos na foto oficial do G7 em Évian-les-Bains.
  • Brasil mantém relação comercial tensa com EUA devido a proposta de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.
  • Lula conversou rapidamente com Ursula von der Leyen após foto oficial, prevendo reunião bilateral às 17h20.
  • Tensão entre Brasil e EUA cresceu após investigação comercial americana e proposta de tarifas.
Foto oficial do G7 | Foto: Evelyn Hockstein/ Reuters
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apareceram juntos na foto oficial durante o encontro da cúpula do G7. O Brasil mantém uma relação comercial delicada e tensa com os EUA devido a proposta de aplicação de novas tarifas.

Lula está em Évian-les-Bains, na França, como convidado para a reunião das sete potências globais. O Brasil participa do encontro, mas não integra o grupo econômico. Durante a foto oficial, Lula ficou ao lado do primeiro-ministro alemão, Friedrich Merz. Atrás do petista estava a líder da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

“RETRATO FAMÍLIA”

Da edição deste ano, Trump participou da chamada “retrato família”. Uma atitude diferente da do ano passado. Ele apareceu ao lado do anfitrião da cúpula, Emmanuel Macron, da França.

Lula conversou de forma bem rápida após o registro da foto com Úrsula von der Leyen. A previsão é que eles tenham uma reunião bilateral ainda nesta terça, às 17h20 no horário local, com a presença do presidente do Conselho Europeu, António Costa.

Enquanto Lula e Von der Leyen conversavam, Trump passou pelos dois. Lula e Trump não se cumprimentaram nesta ocasião.

TENSÃO COM OS EUA

A tensão entre Brasil e Estados Unidos cresceu após o governo americano concluir uma investigação comercial e propor a aplicação de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.

O presidente Lula tem adotado uma postura mais crítica em relação às investidas dos EUA, chegando a  afirmar que não o Brasil não iria mais adotar a “política de vira-lata”. 

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