- Governo brasileiro recebe exigência dos EUA para zerar tarifas em setores industriais e automotivos.
- Proposta inclui zerar tarifa do etanol e não regulamentar plataformas digitais, além de incluir o PIX nas negociações.
- Ala do governo avalia a proposta como "indigna" e "inaceitável", alertando sobre impacto negativo na economia.
- Exigência americana é contrapartida para que Trump considere reduzir o novo tarifaço aplicado ao Brasil.
O governo brasileiro recebeu de autoridades americanas uma exigência durante as negociações do tarifaço: zerar as tarifas dos setores de bens industriais, químico, aeroespacial e automotivo para empresas dos EUA.
A contrapartida seria o governo Trump ao menos considerar reduzir o novo tarifaço aplicado ao Brasil.
O que os EUA já haviam pedido antes
A proposta se soma a exigências apresentadas em reuniões anteriores:
- Zerar a tarifa do etanol
- Não regulamentar plataformas digitais
- Incluir o PIX nas negociações
Reação no Planalto
Uma ala do governo avalia que a proposta é "indigna" de negociação e "inaceitável". Segundo esses auxiliares, ceder às exigências americanas teria impacto maior sobre a economia brasileira do que o próprio tarifaço que, pelo cálculo inicial do governo, deve atingir 18% das exportações do Brasil aos EUA.
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