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EUA afirmam que Estreito de Ormuz está aberto e que Irã 'não controla' a rota

Comunicado do Comando Central norte-americano diz que as forças do país estão posicionadas e preparadas para “garantir que a liberdade de navegação permaneça” e fala em “agressão iraniana injustificada”.

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  • Centcom nega que Estreito de Ormuz esteja fechado e afirma que Irã não controla a rota marítima.
  • Comando militar dos EUA classifica ações do Irã como agressão injustificada e garante liberdade de navegação.
  • Trump reafirma que rota do Estreito de Ormuz permanece aberta, apesar dos ataques entre EUA e Irã.
  • Guarda Revolucionária do Irã afirma ter fechado o Estreito e efetuado tiros de advertência contra embarcações.
  • Navio incendiado em área de Omã resulta em resgate de 23 tripulantes e busca por um desaparecido.
Donald Trump | Foto: Reprodução/Instagram
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O Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos (CENTCOM) negou que o Estreito de Ormuz esteja fechado para a navegação e afirmou que o Irã não controla a rota marítima.

Em comunicado publicado na rede social X neste domingo (12), o comando militar responsável pelas operações dos EUA no Oriente Médio, Ásia Central e partes do Sul da Ásia informou que suas forças permanecem posicionadas para garantir a liberdade de navegação e classificou como "agressão iraniana injustificada" as ações atribuídas ao Irã.

Segundo o comunicado, o Estreito de Ormuz permanece aberto para embarcações que transitam legalmente pela via internacional. O CENTCOM também afirmou que o tráfego marítimo segue normalmente.

Trump reafirma que rota permanece aberta

Em entrevista ao programa Meet the Press, da emissora NBC, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçou que o Estreito de Ormuz continua aberto ao tráfego comercial, apesar da continuidade da troca de ataques entre EUA e Irã.

Mais cedo, após os Estados Unidos anunciarem uma ofensiva contra 140 alvos militares em território iraniano, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que o Estreito de Ormuz havia sido fechado novamente e informou ter efetuado tiros de advertência contra embarcações na região.

Navio incendiado e tripulação resgatada

Segundo a agência britânica de segurança marítima UKMTO, o ataque ocorreu a cerca de 17 quilômetros a leste da Península de Musandam, em Omã, provocando um incêndio a bordo de um navio e obrigando a tripulação a abandonar a embarcação em um bote salva-vidas.

De acordo com as autoridades de Omã, 23 tripulantes do navio GFS Galaxy foram resgatados. As equipes de busca continuam as operações para localizar um tripulante desaparecido.

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