- Homem pulou grade de estacionamento da UCDB após portões do Enem 2026 serem fechados em Campo Grande.
- Antônio Pereira foi interceptado por seguranças e retirado da área de aplicação da prova após tentar entrar.
- Homem atribuiu o atraso ao trânsito e reclamou do horário de fechamento dos portões antes do meio-dia.
- Antônio afirmou que não pretende repetir o Enem e planeja recorrer a uma instituição particular.
- Candidato disse que passou um ano se preparando e defendeu tolerância para entrada após o horário estabelecido.
Um homem identificado como Antônio Pereira pulou a grade de acesso ao estacionamento da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), em Campo Grande (MS), após os portões de entrada para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 serem fechados neste domingo (8). Ele tentou chegar ao local de aplicação da prova, mas foi alcançado pelos seguranças e retirado da área destinada aos candidatos. O homem afirmou que confundiu o horário e atribuiu o atraso ao trânsito.
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Candidato pulou grade após fechamento dos portões
Depois de perceber que não conseguiria entrar pela entrada principal, Antônio deu a volta no campus e pulou a grade que dá acesso ao estacionamento da universidade. Ele chegou a correr pelo local, mas foi interceptado pela equipe de segurança, que o retirou da área de aplicação do exame.
Na saída, com o rosto coberto, ele conversou brevemente com a reportagem e reclamou do horário de fechamento dos portões.
“É injusto, é injusto, eles fecharam antes de meio-dia”, disse.
Homem reclama de atraso e descarta nova tentativa
Antônio afirmou que passou um ano se preparando para o exame e defendeu que os candidatos tivessem alguns minutos de tolerância para entrar após o horário estabelecido. Ele também atribuiu o atraso ao trânsito na avenida próxima à universidade, que, segundo ele, tem sentido único.
“Então, dá ali cinco minutos de margem. Aí a gente fica se matando para chegar, né? Esse trânsito é inadmissível, mas isso não vai mudar nunca.”
Questionado se pretende tentar novamente o Enem no próximo ano, o candidato respondeu que não. Ele afirmou que pretende recorrer a uma instituição particular e disse que não tinha como comprovar que faria a prova.