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Três deputados propõem PEC alternativa como afronte ao pacote de Haddad

A principal economia da PEC seria a desvinculação dos benefícios previdenciários e assistenciais do salário mínimo, gerando R$ 485 bilhões até 2031

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Deputados propõem PEC para economizar R$ 1,1 trilhão, incluindo desindexação de salários mínimos e corte de supersalários. Desvinculação de benefícios do salário mínimo, limitação de emendas parlamentares e revisão de inatividade militar. A PEC enfrenta resistências e especialistas questionam seus efeitos, pois não eliminam o déficit orçamentário crescente.
Fernando Haddad e deputados do centrão | Foto: Montagem/MeioNews
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Os deputados Pedro Paulo (PSD-RJ), Júlio Lopes (PP-RJ) e Kim Kataguiri (União-SP) apresentaram uma PEC com medidas para conter gastos previdenciários e assistenciais. A proposta, que visa economizar mais de R$ 1,1 trilhão até 2031, inclui desindexação de benefícios ao salário mínimo, suspensão de aumentos reais e corte de supersalários. Contudo, é preciso o apoio de 168 deputados para tramitar.

Os proponentes afirmam que a PEC é essencial para evitar a hiperinflação e garantir o pagamento das aposentadorias. Pedro Paulo classificou a medida como “remédio doloroso”, mas necessário, destacando que a economia inicial pode ser até três vezes maior que a do pacote de Haddad. Kim Kataguiri alertou sobre a urgência do ajuste fiscal, enquanto Júlio Lopes frisou que a perda do bônus demográfico exige soluções robustas além das medidas do Executivo.

o que a pec prevê

A principal economia da PEC seria a desvinculação dos benefícios previdenciários e assistenciais do salário mínimo, gerando R$ 485 bilhões até 2031. Outras medidas incluem limitar emendas parlamentares, cortar subsídios tributários e rever a inatividade dos militares. No entanto, a PEC enfrenta resistências, e seus efeitos são questionados, pois não eliminam o déficit crescente no orçamento público.

Elaborada com auxílio técnico do Conof, a PEC é vista como uma alternativa mais ampla ao pacote do governo, mas especialistas apontam que, sozinhos, não resolvem as despesas públicas. “Não adianta ficar enxugando gelo. É necessário enfrentar a questão estrutural das contas públicas para evitar cortes mais severos no futuro”, destacou Pedro Paulo.

Para mais informações, acesse meionews.com

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