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Saiba quais são os 25 empregos que mais devem crescer em 2026, segundo o LinkedIn

Pesquisa do LinkedIn lista os cargos com maior crescimento no Brasil e indica alta demanda por profissionais de tecnologia, dados e planejamento.

Cargo que lidera o ranking é o de engenheiro(a) de inteligência artificial | Foto: Imagem de Freepik
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As profissões ligadas ao uso de tecnologia dominam os empregos que mais devem crescer no Brasil em 2026. A conclusão é do novo levantamento anual do LinkedIn, divulgado nesta quarta-feira (7), que elenca os 25 cargos com crescimento mais acelerado no país.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL IMPACTA TODA A CARREIRA

De acordo com a pesquisa, a inteligência artificial (IA) deixou de ser uma tendência restrita à área de tecnologia e passou a influenciar diversas etapas da vida profissional, desde os processos de contratação até o desenvolvimento de carreira.

MERCADO MAIS COMPLEXO E CONECTADO

O ranking reúne funções técnicas, estratégicas e operacionais, que aparecem lado a lado, refletindo um mercado de trabalho cada vez mais integrado, dinâmico e conectado às transformações digitais.

Além da tecnologia, setores como saúde, finanças, logística e gestão seguem em alta. Em comum, essas áreas exigem qualificação técnica, capacidade analítica e adaptação constante a novas ferramentas e processos.

Confira o ranking:

  1. Engenheiro(a) de Inteligência Artificial
  2. Auxiliar de Enfermagem
  3. Planejador(a) Financeiro(a)
  4. Consultor(a) Regulatório(a)
  5. Geofísico(a)
  6. Engenheiro(a) de Segurança de Processo
  7. Gerente de Sucesso do Cliente
  8. Cientista Agrícola
  9. Analista de Investimentos
  10. Engenheiro(a) de Confiabilidade
  11. Especialista em Dados
  12. Técnico(a) em Microbiologia
  13. Coordenador(a) de Pesquisa Clínica
  14. Gerente de Relações
  15. Gerente de Desenvolvimento de Negócios
  16. Líder de Produção
  17. Auditor(a) Interno(a)
  18. Gerente de Logística
  19. Recrutador(a)
  20. Gerente de Instalações (Facilities)
  21. Gerente de Planejamento Estratégico
  22. Analista de Eficiência Energética
  23. Gerente de Projetos de Marketing
  24. Analista de Operações Logísticas
  25. Analista de Orçamento

Mais da metade das profissões listadas no levantamento tem relação direta com tecnologia, engenharia, dados ou uso intensivo de ferramentas digitais, reforçando a transformação do mercado de trabalho brasileiro.

ENGENHEIRO DE IA LIDERA A LISTA

O cargo que lidera o ranking é o de engenheiro(a) de inteligência artificial, função que ganhou protagonismo com a popularização de grandes modelos de linguagem e soluções baseadas em IA aplicadas a diferentes setores da economia.

DADOS, SEGURANÇA E EFICIÊNCIA EM ALTA

Além da IA, crescem cargos ligados à análise de dados, confiabilidade, segurança de processos e eficiência energética. Esses profissionais são fundamentais para ajudar empresas a reduzir riscos, otimizar operações e tomar decisões mais precisas.

SAÚDE SEGUE EM EXPANSÃO

O ranking também evidencia a força contínua da área da saúde. Funções como auxiliar de enfermagem, técnico em microbiologia e coordenador de pesquisa clínica aparecem entre os cargos em alta.

Segundo o LinkedIn, o movimento está ligado ao envelhecimento da população, à ampliação dos serviços de diagnóstico e ao avanço das pesquisas clínicas e farmacêuticas no Brasil.

PLANEJAMENTO E GESTÃO GANHAM ESPAÇO

Outro destaque do levantamento é o crescimento de cargos ligados ao planejamento e à gestão estratégica. Estão na lista funções como planejador financeiro, analista de investimentos, gerente de planejamento estratégico e gerente de desenvolvimento de negócios.

Essas posições indicam que as empresas buscam profissionais capazes de analisar cenários, organizar recursos e sustentar decisões de longo prazo, sobretudo em ambientes econômicos instáveis.

TRABALHO FLEXÍVEL AVANÇA, MAS NÃO É REGRA

O estudo aponta que o trabalho remoto ou híbrido é mais comum em cargos ligados à tecnologia, dados, marketing e planejamento. Já funções industriais, laboratoriais e operacionais seguem majoritariamente presenciais.

A diferença está relacionada à natureza das atividades e ao nível de digitalização possível em cada função.

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