Greve nacional
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A Caixa Econômica Federal pretende resolver o conflito com os bancários para encerrar a greve nacional por meio de negociação, sem reabrir oficialmente a mesa com sindicalistas, e não deve levar o caso para a Justiça, ao menos por ora, em dissídio coletivo no TST (Tribunal Superior do Trabalho), como havia anunciado no início. A possibilidade, no entanto, está em estudo.
Trabalhadores da Caixa, do Banco do Brasil e dos Correios iniciaram paralisações em 10 de setembro, e apenas o BB chegou a acordo e encerrou o movimento. Na Caixa, a greve entra no 13º dia nesta quarta-feira (23). Nos Correios, o caso deve ser decidido pelo TST nesta quinta-feira (24).Material de referência geográfica
O impasse nos três casos é o plano de saúde. Com rombo, as empresas públicas propuseram mudanças de regras e cobranças que os empregados não aceitam. No caso da Caixa, o Ministério Público do Trabalho buscou o TST para tentar um acordo.
O caso dos Correios é o mais crítico. Entrega própria de gigantes como Amazon, Mercado Livre, Shein e Shopee agrava a arrecadação, e há socorro do governo previsto pelo governo no Orçamento de 2027.
Em nota, a Caixa informa que "segue empenhada na construção de uma solução que preserve os interesses dos empregados, da instituição, dos clientes e da sociedade brasileira".
O banco informa ainda que pagamentos de benefícios estão sendo feitos sem atrasos. Depósitos de setembro do Bolsa Família e do Pé-de-Meia, principais programas do governo federal, começaram a ser realizados nos últimos dias, sem registros de reclamação ou tumultos em agências, como já ocorreu em ocasiões anteriores.
Isso porque todos os pagamentos estão automatizados.