- Empregados da Caixa Econômica Federal mantiveram greve nacional após rejeitar proposta de renovação do ACT.
- Assembleia virtual rejeitou proposta da empresa, que aumentaria contribuição para Saúde Caixa de 6,5% para 9%.
- Greve começou após rejeição da proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho por mais de 90% das bases sindicais.
- Trabalhadores reivindicam melhorias no Saúde Caixa e outros itens do acordo negociado desde junho.
- Comando da greve deve anunciar próximos passos do movimento em breve.
Empregados da Caixa Econômica Federal decidiram manter a greve nacional iniciada no dia 10 de setembro. A proposta da empresa foi rejeitada em assembleia virtual realizada na segunda-feira (21) à tarde. O comando da greve deverá anunciar os próximos passos do movimento em breve.
A greve teve início após os empregados rejeitarem a proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e decidirem pela greve nacional. Segundo a Comissão Executiva dos Empregados (CEE), mais de 90% das bases sindicais rejeitaram a proposta apresentada pela instituição.
Entre os principais pontos de divergência, e uma das principais pautas de reivindicação, está o Saúde Caixa, plano de assistência médica dos empregados. Trabalhadores também reivindicam avanços em outros itens do acordo específico, negociados desde junho.
A proposta da empresa, rejeitada hoje, ampliaria de 6,5% para 9% da folha de pagamento o teto de participação do banco no custeio do Saúde Caixa, a partir de 2027.