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Desemprego volta a cair e é o menor da série histórica para o mês de junho: 5,4%

O índice recuou em relação aos 5,6% registrados no trimestre encerrado em maio e representa o menor patamar da série histórica para um mês de junho.

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  • Desemprego no Brasil cai para 5,4% em junho de 2026, menor nível da série histórica.
  • População desocupada reduzida para 5,9 milhões, queda de 10,9% em relação ao trimestre anterior.
  • População ocupada cresce 1,1% em junho, totalizando 103,1 milhões de pessoas.
  • Rendimento real habitual cai para R$ 3.738, terceira queda consecutiva em 2026.
  • Número de trabalhadores sem carteira aumenta 2,2% em relação ao trimestre anterior.
Carteira de Trabalho | Foto: Agência Brasil
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A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,4% no trimestre encerrado em junho de 2026, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice recuou em relação aos 5,6% registrados no trimestre encerrado em maio e representa o menor patamar da série histórica para um mês de junho.

O resultado ficou em linha com as projeções de analistas do mercado.

Número de desempregados diminui

No trimestre encerrado em março, a taxa de desemprego era de 6,1%. Com a queda, a população desocupada foi estimada em 5,9 milhões de pessoas, redução de 10,9% em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período de 2025, quando havia 6,3 milhões de desempregados, o contingente caiu 6,3%, o equivalente a 392 mil pessoas a menos em busca de trabalho.

População ocupada cresce

A população ocupada alcançou 103,1 milhões de pessoas, alta de 1,1% em relação ao trimestre encerrado em março. Na comparação anual, o número de pessoas ocupadas aumentou 0,7%. No mesmo período de 2025, o país contabilizava 102,3 milhões de trabalhadores, o que representa um acréscimo de 742 mil pessoas.

O rendimento real habitual ficou em R$ 3.738, registrando queda pelo terceiro mês consecutivo. Apesar da redução, o valor permanece acima do registrado em junho de 2025, quando o rendimento médio era de R$ 3.635.

Trabalho sem carteira cresce

Segundo o IBGE, o número de trabalhadores sem carteira assinada aumentou 2,2% em relação ao trimestre encerrado em março. Já o contingente de trabalhadores com carteira assinada e de trabalhadores por conta própria permaneceu estável no mesmo período.

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