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Desemprego cai para 6,1% e segue no menor patamar em 12 anos

Esse é o menor índice desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012, repetindo a tendência de queda observada nos últimos meses.

Desemprego cai para 6,1% e atinge menor patamar da história | Foto: Geraldo Bubniak/AEN
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A taxa de desemprego no Brasil atingiu 6,1% no trimestre encerrado em novembro, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (27) pelo IBGE. Esse é o menor índice desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012, repetindo a tendência de queda observada nos últimos meses.  

SÉRIE HISTÓRICA E COMPARAÇÕES

- Outubro de 2023: A taxa era de 6,2%.  

- Trimestre anterior (encerrado em agosto): Registrava 6,6%, representando uma queda de 0,5 ponto percentual (p.p.).  

- Novembro de 2022: O desemprego era de 7,5%, indicando uma redução de 1,4 p.p. em um ano.  

A última vez que o Brasil registrou uma taxa próxima a essa foi em dezembro de 2013, quando o desemprego ficou em 6,3%.  

MENOR CONTINGENTE DE DESEMPREGADOS DESDE 2014

Atualmente, 6,8 milhões de pessoas estão desocupadas, o menor número desde o trimestre encerrado em dezembro de 2014. Em relação ao trimestre anterior, houve uma redução de 7%. Na comparação anual, a queda foi ainda mais expressiva, com recuo de 17,5%.  

POPULAÇÃO OCUPADA BATE RECORDE HISTÓRICO

A população ocupada no Brasil alcançou 103,9 milhões de pessoas, um novo recorde da série histórica. Houve crescimento tanto no trimestre (1,4%) quanto no ano (3,4%).  

- Taxa de ocupação: 58,8% da população em idade de trabalhar está empregada, o maior nível desde 2012.  

DESTAQUES DA PESQUISA

 - Taxa de desocupação: 6,1%  

- População desocupada: 6,8 milhões  

- População fora da força de trabalho: 66 milhões  

- População desalentada: 3 milhões  

- Empregados com carteira assinada: 39,1 milhões  

- Empregados sem carteira assinada: 14,4 milhões  

- Trabalhadores por conta própria: 25,9 milhões  

- Trabalhadores domésticos: 6 milhões  

- Trabalhadores informais: 40,3 milhões  

- Taxa de informalidade: 38,7%  

Esse cenário reflete um mercado de trabalho em recuperação, com recordes positivos na ocupação, mas ainda marcado pela alta informalidade.

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