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Canadense morto que vivia em situação de rua no Brasil é identificado com ajuda de IA

Karl Van Roon, que havia deixado o Canadá em 2022, vivia em situação de rua em Santos e morreu em 2024 após sofrer uma embolia pulmonar

O canadense já estava desaparecido há 4 anos | Foto: Antônio Romano Neto/A Tribuna
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Um canadense que estava desaparecido há quatro anos foi localizado pela própria família com ajuda de inteligência artificial, mas a descoberta trouxe um desfecho inesperado. Karl Van Roon, que havia deixado o Canadá em 2022, vivia em situação de rua em Santos e morreu em 2024 após sofrer uma embolia pulmonar.

Sem notícias do filho desde que ele saiu de Vancouver, os pais passaram anos tentando encontrá-lo por diferentes meios. Foi apenas em 2025 que decidiram usar uma ferramenta de inteligência artificial com uma foto de Karl, o que levou à identificação dele em uma reportagem publicada no Brasil. A partir disso, conseguiram rastrear o paradeiro do homem.

Antes da morte, ele chegou a ser abordado por equipes de assistência social, mas recusou acolhimento e permaneceu vivendo nas ruas. Não há informações sobre o que teria motivado o afastamento da família e a falta de contato durante esse período.

Foto: Reprodução/A Tribuna - Karl Van Roon vivia em situação de rua no Brasil

SITUAÇÃO DE RUA

Karl foi encontrado morto em uma calçada em junho de 2024, aos 39 anos. Como não portava documentos e não havia confirmação de identidade, o caso foi registrado como de pessoa desconhecida, e o corpo foi sepultado como indigente dias depois, em um cemitério da cidade.

A identificação só foi confirmada posteriormente, quando a família reconheceu o corpo por fotografias no Instituto Médico Legal. As impressões digitais também foram utilizadas para validar oficialmente a identidade junto às autoridades canadenses.

Foto: Reprodução/ A Tribuna -Familiares de Karl Van Roon

tRANSLADO

Agora, após o fim das buscas, os pais tentam realizar o translado do corpo para o Canadá. No entanto, o processo depende de uma série de exigências legais e sanitárias, e até o momento não houve solicitação formal às autoridades locais para viabilizar o procedimento.

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