- Homem investigado pela morte de Ednalva Belchior foi preso em Aldeias Altas após buscas na região.
- Vítima foi morta a facadas em sua residência em Caxias, onde uma faca foi encontrada próximo ao corpo.
- Manoel de Sousa Filho estava sob medida protetiva de urgência concedida pela Justiça em agosto.
- Após tumulto em unidade policial, suspeito foi encaminhado ao sistema prisional de Caxias.
- Moradores incendiaram casa do suspeito após a morte de Ednalva, que será investigada pela polícia.
Um homem identificado como Manoel de Sousa Filho, investigado pela morte de Ednalva Belchior, de 34 anos, foi preso na tarde de sábado (22), em Aldeias Altas, no interior do Maranhão. A prisão temporária foi decretada pela Justiça a pedido da Polícia Civil. A vítima foi morta a facadas na noite de sexta-feira (21), dentro de uma residência em Caxias.
Segundo a Polícia Civil, Ednalva tinha uma medida protetiva de urgência contra Manoel, concedida pela Justiça no dia 4 de agosto deste ano. O suspeito foi localizado após buscas realizadas na região de Aldeias Altas.
Suspeito foi localizado após buscas
Antes de ser preso, Manoel teria passado pelo povoado Tamanduá, na zona rural de Aldeias Altas. Conforme as investigações, ele teria trocado de roupa no local e deixado um celular e a chave de uma motocicleta.
Após a prisão, o investigado foi levado para uma unidade policial. No entanto, um tumulto no prédio teria impedido que ele fosse interrogado naquele momento.
Por questões de segurança, Manoel foi encaminhado ao sistema prisional de Caxias, onde permanece à disposição da Justiça.
Relembre o caso
Ednalva Belchior foi morta a facadas na noite de sexta-feira (21), dentro de uma residência em Caxias. Segundo a Polícia Civil, a vítima foi atingida várias vezes.
Uma faca, apontada pela polícia como possível arma utilizada no crime, foi encontrada próxima ao corpo. O objeto foi apreendido e permanece sob custódia da Delegacia Regional de Caxias.
Casa onde suspeito morava foi incendiada
Após a morte de Ednalva, moradores do bairro Teso Duro incendiaram a residência onde Manoel morava. As circunstâncias do incêndio também deverão ser investigadas pela Polícia Civil.
A Polícia Civil continua as investigações para esclarecer as circunstâncias do feminicídio e reunir novos elementos sobre o caso.