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“Mesmo sem pistas, buscas por irmãos no Maranhão vão continuar”, diz secretário de Segurança

Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, estão desparecidos há 19 dias em Bacabal (MA).

Buscas por crianças desaparecidas continuam | Foto: Reprodução
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O secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, afirmou nesta quinta-feira (22) que as buscas por Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, desaparecidos há 19 dias em Bacabal, continuarão, mesmo sem pistas sobre o paradeiro das crianças. 

“Infelizmente, nós não encontramos as duas crianças. Estamos focados em continuar trabalhando para localizar essas duas crianças que ainda restam ser encontradas. Nossa missão é árdua, mas vamos continuar nosso trabalho”, afirmou Maurício Martins.

Em coletiva, o secretário pediu à população que evite divulgar comentários ou informações falsas, para não prejudicar as investigações. 

“Eu também peço que, se não têm conhecimento de causa, se não estão acompanhando de perto a realidade dos fatos, não façam comentários que vão atrapalhar nossas buscas e investigações”, destacou.

Imagem: Reprodução

Apesar da ampliação da área, nenhuma pista foi encontrada. As buscas seguem na zona rural de Bacabal com atuação do Batalhão Brasileiro, Polícia Civil, Exército e Marinha, além do uso de drones. Segundo o secretário, as equipes especializadas continuam trabalhando com a mesma intensidade. 

Mais de 200 km percorridos

O tenente-coronel João Carlos Duque informou que as equipes já percorreram cerca de 200 km por terra e água em áreas de difícil acesso. Ele explicou que, em condições extremas, uma pessoa sobrevive de 8 a 12 dias, e, sem vestígios, as buscas consideram a possibilidade de as crianças estarem fora das áreas já vasculhadas. 

Investigações do caso

Uma comissão especial com delegados de São Luís e Bacabal conduz a investigação, que já soma mais de 500 páginas. As buscas seguem concentradas na base do quilombo São Sebastião dos Pretos, onde as crianças viviam. Mais de mil pessoas participaram das operações, que percorreram mais de 200 km por terra e água, com apoio de aeronaves, cães farejadores, drones e sonar da Marinha no rio Mearim.

(Com informações do g1/MA) 

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