Além da organização, a cerimônia também é marcada pelo envolvimento emocional dos participantes.
Brayan Aguilera descreveu a experiência de entrar no gramado.
"Me arrepio de lembrar. Pisar no mesmo campo que os jogadores para estender a bandeira enquanto via meus companheiros... é algo que nunca vou esquecer."
Ele também destacou o cuidado necessário durante a movimentação.
"Quando você puxa a bandeira, sente se está puxando mais ou menos, já que pesa um pouco, então você vai medindo sua velocidade. Conheci alguns que na hora choram de emoção."
A brasileira Maria Luiza Carvalho, que vive nos Estados Unidos há dez anos, participou da cerimônia na Filadélfia carregando a bandeira do Brasil e relatou a emoção do momento.
"Você tem que ter uma certa altura, precisa participar do maior número de ensaios e eu fiz todos. Não pode cantar o hino do país, tem todo um cuidado. Tive que respirar fundo para não cantar e não chorar. Mas quando terminou, já dentro do túnel, eu chorava que nem um bebê."