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Técnico da seleção, Carlo Ancelotti é condenado a 1 ano de prisão por fraude fiscal

Além da pena, ele terá que pagar uma multa de 387 mil euros (cerca de R$ 2,4 milhões) e ficará impedido de receber auxílios ou subsídios públicos por três anos.

Carlo Ancelotti durante entrevista coletiva pela Seleção Brasileira | Foto: Rafael Ribeiro/CBF
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Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, foi condenado a um ano de prisão por fraude fiscal cometida em 2014, quando ainda comandava o Real Madrid. Além da pena, ele terá que pagar uma multa de 387 mil euros (cerca de R$ 2,4 milhões) e ficará impedido de receber auxílios ou subsídios públicos por três anos.

ABSOLVIDO EM OUTRA ACUSAÇÃO SEMELHANTE

O treinador italiano, no entanto, foi absolvido de uma acusação semelhante referente ao ano de 2015. Segundo a agência EFE, o Ministério Público espanhol acusou Ancelotti de não declarar impostos durante sua primeira passagem pelo clube, entre 2014 e 2015, sonegando um total de 1.062.079 euros (aproximadamente R$ 6,6 milhões).

Durante o julgamento realizado nos dias 2 e 3 de abril, antes de ser confirmado como técnico da seleção brasileira, Ancelotti afirmou que jamais teve a intenção de fraudar o fisco.

— Eu só estava preocupado em receber o salário líquido de seis milhões por três anos, e nunca percebi que algo estava errado, nem recebi nenhuma notificação de que o Ministério Público estava me investigando — afirmou Ancelotti em julgamento.

LEI NA ESPANHA

Pela lei espanhola, penas de até dois anos por crimes não violentos raramente resultam em prisão para réus sem antecedentes. O fisco do país é rigoroso, e várias figuras públicas já foram alvo, como Shakira, que em 2022 teve oito anos de prisão solicitados, mas fechou acordo em 2023.

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