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Romário diz que se comandasse a CBF teria demitido Ancelotti ainda no vestiário

Ex-atacante criticou atuação contra a Noruega, questionou substituições do italiano e afirmou que teria rescindido o contrato do treinador ainda no vestiário

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  • Romário defendeu a saída de Ancelotti após derrota da Seleção para a Noruega.
  • Ex-jogador criticou atuação da equipe e comparou situação com ciclo de Tite.
  • Romário questionou decisões de Ancelotti, especialmente substituição de Guimarães.
  • Ex-atacante criticou cobertura da imprensa e pressão sobre técnico estrangeiro.
  • Ancelotti permanece no cargo, mas enfrenta forte questionamento após eliminação.
Romário e Carlo Ancelotti | Foto: Reprodução/X e CBF
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A eliminação da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo, após a derrota por 2 a 1 para a Noruega, aumentou a pressão sobre o técnico Carlo Ancelotti. Em vídeo publicado no canal RomarioTV, o ex-jogador Romário defendeu a saída do treinador italiano e afirmou que ele não deveria permanecer no comando da equipe.

Ex-atacante critica atuação da Seleção

Campeão mundial em 1994, Romário classificou o desempenho do Brasil contra a Noruega como uma "vergonha" e afirmou que teria demitido Ancelotti imediatamente, caso estivesse à frente da CBF.

Ele não pode continuar como técnico do Brasil, de jeito nenhum. Se eu estivesse no comando da federação, teria entrado no vestiário, mandado ele embora e rescindido o contrato dele na hora. A partida contra a Noruega foi uma vergonha, declarou.

Comparação com o ciclo de Tite

Romário afirmou que a Seleção precisa adotar medidas mais rigorosas após mais uma Copa do Mundo sem conquistar o título. O ex-atacante também comparou a situação com o trabalho de Tite, que permaneceu no cargo após a eliminação para a Bélgica, nas quartas de final da Copa de 2018, e deixou a Seleção apenas depois da derrota para a Croácia, no Mundial de 2022.

Entre as críticas, Romário questionou decisões tomadas por Ancelotti durante a partida contra a Noruega, especialmente a substituição de Bruno Guimarães por Ederson, improvisado em uma posição diferente da habitual.

Segundo o ex-jogador, a mudança evidenciou problemas na convocação da equipe.

Eu nem entendi o que ele estava pensando: tirar o Bruno Guimarães para colocar o Ederson na lateral. E você faz isso porque não convocou nenhum outro lateral? Um lateral se machuca e você convoca um zagueiro?, afirmou.

Críticas à imprensa

Romário também criticou a cobertura da imprensa esportiva e afirmou que Ancelotti estaria sendo menos pressionado por ser estrangeiro.

Se ele fosse um técnico brasileiro, já o teriam massacrado. Mas, como é estrangeiro, ninguém diz uma palavra, declarou.

Apesar das críticas de Romário e da insatisfação de parte da torcida, Carlo Ancelotti permanece no comando da Seleção Brasileira e, até o momento, pretende cumprir o contrato firmado com a CBF. A eliminação precoce, no entanto, aumentou a pressão sobre o treinador e colocou seu trabalho sob forte questionamento.

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