Um dos casos mais conhecidos ocorreu em 2011, envolvendo o volante Somália, que atuava pelo Botafogo. O jogador informou ao clube que havia sido vítima de um sequestro relâmpago, alegando que um homem armado teria levado dinheiro e objetos pessoais.
A versão, no entanto, foi desmentida após investigação da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Imagens de câmeras de segurança mostraram que o jogador não havia saído de casa no horário informado. O caso foi forjado para justificar um atraso em treino e evitar punições do clube.