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GIl do Vigor detona jornalista da Globo após ser chamado de ''falso acadêmico''

O ex-BBB lamentou a postura do colega de emissora e caracterizou seu comportamento como “falta de noção e de respeito”

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  • Gil do Vigor respondeu após ser chamado de "falso acadêmico" por Álvaro Pereira Jr., repórter do Fantástico.
  • O ex-BBB compartilhou artigos seus aprovados em conferências internacionais e criticou a postura do colega.
  • Ele destacou a dificuldade de estudar economia de forma autodidata e a importância da academia para ele.
  • Gil destacou o valor das conferências brasileiras e alertou contra a negação de conquistas pessoais.
GIl do Vigor e Álvaro Pereira Jr. | Reprodução/Instagram
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Gil do Vigor quebrou o silêncio após ser chamado de “falso acadêmico” pelo repórter do Fantástico, Álvaro Pereira Jr. Nas redes sociais, o ex-BBB compartilhou uma série de artigos assinados por ele e aprovados em conferências internacionais.

O economista lamentou a postura do colega de emissora e caracterizou seu comportamento como “falta de noção e de respeito”. “Questionar minha excelência como acadêmico por ter trabalhos aceitos em uma conferência brasileira, sendo ela extremamente relevante mundialmente, mostra sua falta de noção e de respeito”, escreveu em seu perfil no X (antigo Twitter).

Gil também apareceu em um vídeo para falar sobre o caso. “Acho que todo brasileiro que veio de uma realidade simples, humilde, que começa a alcançar coisas, sempre tem um grupo de pessoas que tá ali pronto pra te atacar, te descredibilizar, porque acho que eles acreditam que você não merece estar naquele lugar, né?”, iniciou.

“Eu fui atacado, me chamaram de falso acadêmico. Independente da pessoa, eu tava refletindo muito sobre isso, porque eu comecei a estudar economia, gente, há 11 anos. Eu sempre me dediquei muito. Quando eu saio do ‘Big Brother’, eu tenho a oportunidade de continuar no Brasil e monetizar a minha imagem, não estaria errado disso. Só que o meu amor pela academia, pela educação, sempre foi tão forte que eu acreditava nisso, eu acredito nisso. E eu falava, eu preciso obter esse conhecimento, era um sonho da minha vida, e eu fui. Eu sempre fui um aluno muito dedicado, gente. Eu nunca estudei inglês”, seguiu.

“Quando eu lembro disso, é uma coisa que me impacta muito, porque eu queria ser o melhor acadêmico, eu queria ser tudo, eu queria aprender, eu queria saber as coisas. E foi muito difícil, porque eu tinha que ser autodidata, eu nunca tive professor de inglês, tava tendo aula ali, sempre foi muito complicado, sabe? Existe a síndrome do impostor que sempre bateu em mim o tempo inteiro. Então, cada artigo aceito numa conferência, eu vou comemorar, gente! Porque só eu sei como foi difícil, entendeu?”, declarou.

O pernambucano finalizou com uma reflexão: “Nunca deixe que ninguém tire os méritos de quem você conquistou, de quem você batalhou pra conseguir. E se alguém falar qualquer coisa contrária, diga não, porque a gente merece, sim, celebrar as nossas conquistas, seja ela pequena, seja ela grande. E conferência no Brasil, as conferências acadêmicas no Brasil, elas são tão incríveis, respeitadas, conceituadas e importantes como qualquer outra conferência no mundo”. 

*** As opiniões aqui contidas não expressam a opinião no Grupo Meio.
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