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Ex-BBB Marcos Harter vira alvo da Justiça após excluir petistas de vaga de emprego

O MPE registrou uma denúncia na Justiça Eleitoral contra o médico e sua empresa no Mato Grosso

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  • Ex-BBB Marcos Harter é investigado por discriminação política em vaga de emprego.
  • MPE denuncia médico e empresa por violação de normas eleitorais e éticas.
  • Justiça Eleitoral do Mato Grosso prorroga prazo para resposta dos envolvidos.
  • CFM puniu Harter por infrações éticas relacionadas ao atendimento de pacientes.
  • Médico afirma respeitar o CFM e destacar ética em sua prática profissional.
Marcos Harter | Reprodução/Instagram
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O ex-BBB Marcos Harter entrou na mira do Ministério Público Eleitoral (MPE) após excluir petistas de uma vaga de emprego em sua clínica. 

O MPE registrou uma denúncia na Justiça Eleitoral contra o médico e sua empresa no Mato Grosso. O caso teve início após ele anunciar uma vaga para instrumentador cirúrgico com uma restrição: “Não pode ser petista”.

Segundo a procuradoria eleitoral, a atitude de Hater configura uma infração às normas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que proíbem o assédio moral e eleitoral contra funcionários. O órgão também considera a conduta uma forma de discriminação político-ideológica e de uso do poder patronal para intimidar trabalhadores.

No pedido, o MPE solicitou a retirada do anúncio das redes sociais. Em caso de descumprimento da determinação, poderá ser aplicada uma multa de R$ 5 mil.

Com o registro do caso, a Justiça Eleitoral do Mato Grosso concedeu um prazo de 48 horas para que os advogados de Marcos e da empresa apresentem um posicionamento formal sobre as denúncias.

Marcos Harter Foto: Reprodução/Instagram 

PUNIÇÃO DO CFM 

Em maio deste ano, Marcos Harter recebeu uma punição do Conselho Federal de Medicina por infrações ao Código de Ética Médica relacionadas à responsabilidade profissional e ao atendimento de pacientes. O órgão concluiu que o médico infringiu os artigos 1º, 23 e 32 do Código de Ética Médica.  

Em nota, o médico afirmou ter recebido “com serenidade” a divulgação das informações sobre o procedimento ético-profissional em andamento no CRM-MT. Ele disse respeitar o CFM e os conselhos regionais, afirmou que sempre exerceu a medicina de forma ética e disse ver “preocupação específica” na condução do caso pelo corregedor do CRM-MT, Magno Cezar, relator do processo.

*** As opiniões aqui contidas não expressam a opinião no Grupo Meio.
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