- Cauã Reymond revela medo de enviar nudes durante participação no programa 'Angélica Ao Vivo'.
- Artista relata episódio em que foi fotografado nu por drone em sua residência no Rio de Janeiro.
- Lei Carolina Dieckmmann é mencionada como proteção contra invasão de dados e violação de privacidade.
- Reymond destaca direito à privacidade e ressalta que imagens não foram publicadas por veículos de comunicação.
- Ator agradece à lei que protege dados pessoais após incidente com divulgação de fotos íntimas.
Cauã Reymond revelou ter medo de enviar nudes durante participação no programa 'Angélica Ao Vivo', do GNT, que ao ar na noite desta quinta-feira (8). O galã admitiu o receio e relembrou o episódio em que foi fotografado pelado por um drone em sua própria casa.
O assunto veio à tona após Carolina Dieckmmann, que também participava da atração, contar a história por trás da lei que leva seu nome. A Lei n° 12.737/2012, conhecida como “Lei Carolina Dieckmmann”, que serve para criminalizar a invasão de dispositivos eletrônicos e proteger dados pessoais no ambiente digital.
Ao ser questionado pela apresentadora, Reymond disse que tem medo de enviar fotos íntimas suas. O artista de 46 anos porém, defendeu o direito à privacidade de quem decide compartilhar as imagens. “Eu tenho direito de mandar nude, [mas] se eu quiser“, ressaltou.
Durante o bate-papo, o ator relatou um episódio em que foi fotografado nu por um drone na área privativa de sua residência, no Rio de Janeiro. Ele explicou que morava em frente à praia, sem muitos vizinhos por perto, e costumava fazer exercícios de respiração e meditação sem roupa.
Segundo Cauã, as imagens foram feitas sem autorização e enviadas por e-mail para vários veículos de comunicação. Entretanto, nenhum site compartilhou o material.
“Um drone, no começo dos drones, me fotografou nu. Colocaram as minhas fotos no e-mail, mandaram para todas as editorias, mas ninguém teve coragem de publicar, e provavelmente graças a você (Dieckmmann). Muito obrigado“, agradeceu.