Um dia, em Roma, em abril de 1926, o líder fascista italiano, Benito Mussolini, estava caminhando por uma multidão de apoiadores após um discurso. Escondida na multidão estava Violet Gibson, uma católica irlandesa que tinha ido à Roma com o propósito de assassinar o ditador italiano.
Embora Gibson estivesse à queima-roupa quando disparou sua pistola, o primeiro tiro só raspou o nariz do fascista e o segundo tiro saiu pela culatra. Apesar deste atentado direto e deliberado contra a vida de Mussolini, Gibson não enfrentou nenhuma ação punitiva e foi libertada sob custódia de um manicômio inglês.