O nascimento do menino, ocorrido no Hospital Albert Sabin, em Atibaia, interior de São Paulo, foi mantido em sigilo. A chegada do bebê foi cercada de discrição e segurança, com acesso restrito até mesmo a funcionários da unidade de saúde.
Suzane evitou divulgar informações sobre o parto e sobre o bebê, numa tentativa de proteger a privacidade da família. O silêncio em torno do nascimento chamou atenção pelo contraste com o interesse público que sempre cercou seu nome.
Hoje, a ex-detenta leva uma rotina reservada, afastada da mídia e dedicada ao filho, sem se manifestar sobre o passado que a tornou uma das figuras mais conhecidas da crônica policial brasileira.