Especialistas reforçam que ainda não há comprovação científica da eficácia da polilaminina em humanos. O estudo autorizado envolve apenas cinco voluntários e tem foco exclusivo na segurança.
A Academia Brasileira de Neurologia recomenda cautela e ressalta que o uso deve se restringir aos protocolos de pesquisa aprovados. O laboratório responsável também alerta para possíveis golpes envolvendo oferta da substância fora do ambiente oficial de testes.
Até o momento, o uso rotineiro da polilaminina não está autorizado no Brasil.