A violência da colisão fez com que o trabalho de identificação das vítimas fosse extremamente complexo. Registros da época mostram que partes dos corpos foram encontradas separadamente. Um exemplo é o braço esquerdo encontrado dias depois na Serra da Cantareira, que foi identificado como pertencente a Dinho por meio das impressões digitais.
Por isso, histórias que circulam nas redes sobre corpos mutilados e identificações por métodos científicos têm, em parte, fundamento. No entanto, afirmações específicas sobre cada integrante, como decapitação, ausência de membros ou impossibilidade absoluta de reconhecimento familiar, precisam ser tratadas com cautela quando não acompanhadas de documentação pericial.