"Eu tinha um cliente que adorava ser ignorado. Então, tranquei-o numa jaula, deixei-o lá por uma hora e fui tomar uma xícara de chá", disse ela. "Muitos deles vivem no controle o dia todo. Por isso, vêm ao meu calabouço querendo abrir mão desse controle", emendou ela, que encara o seu trabalho como uma espécie de terapia "salvadora".