Por trás da fachada em estilo art déco, a rotina contrasta com o movimento constante do lado de fora. Portas abertas, conversas nos corredores e relações próximas entre vizinhos fazem parte do cotidiano, criando um ambiente que remete a tempos em que prédios funcionavam como pequenas comunidades.
Segundo moradores e pessoas próximas, Wagner Moura circula pelo edifício com naturalidade sempre que está em Salvador. Conversa com quem encontra pelo caminho e mantém uma relação simples com a vizinhança, comportamento visto como comum dentro do prédio. Para quem vive ali, a presença de artistas nunca foi tratada como atração.