Durante a investigação, Elize Matsunaga confessou o crime e participou da reconstituição realizada pela polícia no apartamento.
Em 2016, ela foi condenada pelo Tribunal do Júri a 19 anos, 11 meses e um dia de prisão pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Posteriormente, a pena foi reduzida para 16 anos, 3 meses e 3 dias pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
Atualmente, Elize cumpre o restante da pena em regime aberto e reside em Franca (SP), onde trabalha na confecção de roupas para animais de estimação.