Recolher os objetos contaminados pela radiação era apenas o começo; era preciso dar um destino final ao lixo radioativo. Para isso, os técnicos escolheram a área que hoje é o Parque Telma Ortegal.
O plano inicial era manter o lixo temporariamente no local, mas, por conta das condições favoráveis do terreno, que não oferecia riscos para a contaminação do lençol freático, e do risco que se trazia ao deslocar novamente todo material, optaram por manter o lixo onde estava.