Muitos estudiosos veem no artigo um indício das intenções de Aurora Rodríguez Carballeira, embora suas motivações nunca tenham sido claramente explicadas. No julgamento, ela afirmou que matou a filha, Hildegart Rodríguez, apesar de considerá-la seu grande projeto e também seu fracasso.
As hipóteses variam: um possível relacionamento amoroso, o desejo de independência da jovem, convites para sair da Espanha ou até divergências políticas. Para alguns pesquisadores, o crime resultou de uma combinação de contexto histórico, obsessão e problemas psicológicos.
Aurora, porém, via a filha como uma criação planejada e acreditava ter o direito de decidir seu destino, alegando que Hildegart não poderia se desviar da missão para a qual havia sido concebida.